Eu tinha o costume de ir ao mercado perto de casa, durante a madrugada. Andava pelos seus corredores vazios à procura de algo que eu não sabia bem o que era ou apenas andava, olhando atentamente os objetos enfileirados nas prateleiras.
Havia uma caixa de cereal francês que me chamava a atenção, sempre que eu ia ao mercado, pegava a caixa com as mãos e lia as letras grafadas em francês e colocava a caixa de volta. Ela me chamava a atenção e eu gostava dela, mas nunca a levei pra casa. Sempre a deixei lá na prateleira do mercado.
Hoje, estou me sentindo como aquela caixa de cereal francês. Sou interessante, mas não ao ponto de ser levada pra casa. Talvez por insegurança gerada por silêncios entrecortados por palavras de dúvidas e incertezas.
Voltarei àquele mercado e comprarei aquela caixa de cereal porque é muito ruim ser ignorada ou abandonada, sei lá. Mesmo que seja apenas uma caixa inanimada, vai ver era exatamente isso que eu procurava naquele mercado, durante aquelas madrugadas vazias e nunca me atentei para esse fato.
Havia uma caixa de cereal francês que me chamava a atenção, sempre que eu ia ao mercado, pegava a caixa com as mãos e lia as letras grafadas em francês e colocava a caixa de volta. Ela me chamava a atenção e eu gostava dela, mas nunca a levei pra casa. Sempre a deixei lá na prateleira do mercado.
Hoje, estou me sentindo como aquela caixa de cereal francês. Sou interessante, mas não ao ponto de ser levada pra casa. Talvez por insegurança gerada por silêncios entrecortados por palavras de dúvidas e incertezas.
Voltarei àquele mercado e comprarei aquela caixa de cereal porque é muito ruim ser ignorada ou abandonada, sei lá. Mesmo que seja apenas uma caixa inanimada, vai ver era exatamente isso que eu procurava naquele mercado, durante aquelas madrugadas vazias e nunca me atentei para esse fato.
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