sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A beleza existente na coragem, que vence o medo


A primavera chegou adiantada aqui, em minha vida. Veio sutil e inesperadamente ao meu encontro, envolveu-me de um jeito lindo e florido e sorridente!
Quando percebi, havia me esquecido de como era ser triste e chorar de infelicidade. Meus músculos faciais estão hipertrofiados de tanto sorrir, tudo é motivo pra sorrir: sorrio para as paredes branquinhas ao meu redor, sorrio para o sol quente e escaldante, sorrio para as criancinhas que encontro nas ruas, sorrio, sorrio, sorrio.
A vida está boa, linda, fácil, leve, aconchegante e surpreendente! E eu descobri que sou mesmo uma believer, uma eterna believer, uma believer incurável. Tive o coração despedaçado e pensei que isso pudesse afetar a minha capacidade de acreditar, de dar a cara a tapa, de disponibilizar-me inteira em prol dos meus sentimentos, em prol daquilo em que acredito. Não, não me afetou. Cá estou eu acreditando de novo, cá estou eu deixando meu coração livre para voar pra onde ele quiser, cá estou eu parada nos cantos, suspirando, cá estou eu fazendo planos, cá estou eu disponível, acessível para o novo que a vida me deu.
Claro que, vezenquando, o medo bate na porta do meu coração, mas estou com os pezinhos bem estacionados no chão, estou me proibindo de colorir a realidade com cores inexistentes, não quero enxergar além da realidade, tenho lidado com o real. Vamos ver onde isso vai dar!
Bem vinda de volta, Renata Cristina Silva Leonel! Não sei se com ou sem Kilikina, não sei se com ou sem romantismo exagerado, não sei se com ou sem vontade de amar grande demais, não sei. Bem vinda, Remi e seja livre para sentir e viver o que tiver vontade de!!!

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